Não estou conseguindo acreditar até agora que cheguei em casa, afinal de contas foram dez dias praticamente em meditação (seja lá o que foi que eu quis dizer com isso) em BH, sem Internet e sem celular. Pelo que consigo me lembrar, saí uma vez de casa, sendo que as outras duas não chegaram a mais de um quarteirão de distância do apartamento da minha avó. Preciso rever meus conceitos sobre o que é ficar sozinha, ou ficar em casa - acabo de me dar conta que saí uma vez em São João e essa outra vez em BH , onde fui com a minha mãe no Pátio porque meu presente de Natal veio com defeito e tive que trocar. Isso em aproximadamente um mês de férias.
Amanhã é o último dia do ano e eu estou ocupada com uma lista de tarefas que cita o que devo arrumar na minha suíte para a chegada de alguém especial. A ansiedade, a essa altura, já está uma coisa tão incontrolável que desregulou completamente meus horários de dormir, tanto o número de horas quanto o horário em que isso deve ser feito. Como diria o Daniel, "Fazer o q?"
Que engraçado, esse ano ganhei presentes de Natal que me deixaram satisfeita. Nem sei há quanto tempo isso não acontecia, nossa, creio que minha frustração vem desde os meus sete anos, quando minha mãe não concordou que eu deveria ganhar um skate de Natal. Eu pensei em pedir então uma roupa de astronauta ou um patins, mas acabou que eu percebi que pelo jeito eu ganharia uma Barbie mesmo e me dei por satisfeita - as minhas estavam ficando sujas e daqui a pouco teriam que ser as empregadas ou as putas que roubavam os namorados das mais bonitas - risos. Simplesmente era uma necessidade.
Amanhã é o último dia do ano e estou limpando meu armário, separando as roupas que eu não quero mais e reordenando o meu armário por cor, como é de praxe. Descobri que tenho uma verdadeira loja de meias de ballet cor-de-rosa, contei cinco, como é de costume ainda deve ter um par ou dois dentro da minha mochila de dança, ou seja, vou refletir bastante sobre como eu consegui fazer minha mãe me comprar tantas, sendo que nenhuma está destruída - acho que eu sou um pouco perfeccionista quanto à roupas de ballet e seu estado.
Vou dar um jeito de aprumar porque ainda tenho que tomar banho e lavar o meu cabelo, amanhã será um dia longo em que vou chegar com a paciência no limite, como é de praxe. Vamos torcendo desde já por um próximo ano tão bom quanto ou melhor que este que acaba.
Amanhã é o último dia do ano e eu estou ocupada com uma lista de tarefas que cita o que devo arrumar na minha suíte para a chegada de alguém especial. A ansiedade, a essa altura, já está uma coisa tão incontrolável que desregulou completamente meus horários de dormir, tanto o número de horas quanto o horário em que isso deve ser feito. Como diria o Daniel, "Fazer o q?"
Que engraçado, esse ano ganhei presentes de Natal que me deixaram satisfeita. Nem sei há quanto tempo isso não acontecia, nossa, creio que minha frustração vem desde os meus sete anos, quando minha mãe não concordou que eu deveria ganhar um skate de Natal. Eu pensei em pedir então uma roupa de astronauta ou um patins, mas acabou que eu percebi que pelo jeito eu ganharia uma Barbie mesmo e me dei por satisfeita - as minhas estavam ficando sujas e daqui a pouco teriam que ser as empregadas ou as putas que roubavam os namorados das mais bonitas - risos. Simplesmente era uma necessidade.
Amanhã é o último dia do ano e estou limpando meu armário, separando as roupas que eu não quero mais e reordenando o meu armário por cor, como é de praxe. Descobri que tenho uma verdadeira loja de meias de ballet cor-de-rosa, contei cinco, como é de costume ainda deve ter um par ou dois dentro da minha mochila de dança, ou seja, vou refletir bastante sobre como eu consegui fazer minha mãe me comprar tantas, sendo que nenhuma está destruída - acho que eu sou um pouco perfeccionista quanto à roupas de ballet e seu estado.
Vou dar um jeito de aprumar porque ainda tenho que tomar banho e lavar o meu cabelo, amanhã será um dia longo em que vou chegar com a paciência no limite, como é de praxe. Vamos torcendo desde já por um próximo ano tão bom quanto ou melhor que este que acaba.
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