sábado, 26 de janeiro de 2008

Videotape


Sobre meus dias por aqui: parecem não ter fim, reflitam. Quero voltar pra casa mas não posso porque minha mãe teve um problema aqui e precisa ser examinada, até toquei no assunto mas ela alegou não ter comprado comida já que íamos viajar de qualquer forma e tem medo de que eu passe aperto lá - pra mim não colou muito a desculpa, acho que ela acha mesmo é que eu vou ficar até tarde com meus amigos. Já nem tenho mais o que fazer, já que deixei meu dinheiro todo em casa de propósito.


Ontem eu e meus primos ficamos escrevendo até tarde histórias bobas, e como é de praxe eu enchi a minha parte de "tabuísmos" o máximo que deu. Como resultado, saíram várias coisas desconexas e engraçadas ao mesmo tempo. Comecei a ler (mais) um livro sobre a segunda guerra. Tinha lido um que falava sobre os gulags, "Casa de Encontros" , e "O Diário de Anne Frank". Agora esse fala sobre o filho de um general nazista. O engraçado é o garotinho chamando o Führer de Fúria, ri litrus.


Preciso ver o Pontas e a Sarah, e me despedir do meu "Hail vida desregrada!" way of life como manda o figurino. Enquanto isso, vou organizando minhas lembranças cuidadosamente pra que nada me escape.


Ando tendo sonhos estranhos também, que misturam meu passado com meu presente, componentes da família desconexos, estados emocionais que ficaram no passado. O engraçado é que em todos eles, Chin Chu sempre está comigo na minha casa. Falando nisso, estou sentindo muito a falta dele.


Minhas horas durante esses quase quinze dias têm sido uma reprise constante.



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